Dia 2 de abril – São Francisco de Paula

Seus pais eram devotos de São Francisco de Assis e fizeram uma promessa pediam de que se eles conseguissem ter um filho dariam o seu nome a ele e assim foi feito, porém quando ele nasceu, ele teve problemas nos olhos e sua mãe pediu de novo que se ele melhorasse, colocaria São Francisco de Paula por um ano em um convento Francisco, ele melhorou e quando chegou agora ele viveu lá dando exemplos de santidade.
Aos 14 anos em uma viagem com seus pais ao Monte Cassino decidiu virar eremita e com 19 anos começou a construir a Ordem dos Mínimos que a pedido do arcanjo São Miguel tinha como emblema: a caridade!

Ele sempre teve dedicação total para ajudar ao seu próximo realizando curas de doenças espirituais e corpóreas, desprezava valores passageiros e nada do que ele profetizava deixava de se cumprir.

Igual a São Francisco de Assis, ele era conhecido também pelo seu amor aos animais e era o que hoje chamados de “vegan”, a pessoa que não come nada de derivado de animais.

Ele morreu aos 91 anos e seu corpo permaneceu inteiro por 55 anos, depois disso protestantes calvinistas vendo que ele continuava do mesmo jeito queimaram-no com a madeira de um grande crucifixo.

 

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Santa Catarina de Alexandria

Segundo Anna Catarina Emmerich
“O pai de Santa Catarina chamava-se Costa. Era descendente de estirpe real; pois um dos seus antepassados era Hazael, que fora ungido rei da Síria por Elias, por  ordem de Deus.
Do lado materno descendia Catarina da família de Mercúria, sacerdotisa pagã, convertida por Jesus na ilha de Salamina.
Catarina era filha única de Costa. Tinha, como a mãe, cabelo loiro-claro, era muito viva e corajosa, tendo sempre alguma coisa que sofrer ou disputar.
Tinha uma ama e desde muito cedo recebeu mestres masculinos.
Via-a fazer brinquedos de cortiça para crianças pobres. Já mais crescida, escrevia muito sobre lousas e rolos, dando-os depois a outras meninas, para as copiar.
Vi também que se dava muito com a ama de Santa Bárbara, que era cristã ocultamente.
Catarina possuía em alto grau o dom de profecia dos antepassados de sua mãe e aquela profecia a respeito do grande profeta foi-lhe mostrada também numa visão, quando tinha apenas seis anos.
Contou-a durante o jantar aos pais, que não ignoravam a história de Mercúria.

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Dica Musical: “Uma História em Canções”

A Coletânea “Uma História em Canções” – gravado em CD e DVD – é um show que foi gravado em outubro de 2010 no Via Funchal (em São Paulo) para comemorar os 50 anos de história da gravadora Paulinas-Comep.

Grandes nomes da música católica estiveram no palco pra cantar, louvar a Deus e prestar a sua homenagem aos 50 anos da Paulinas, entre eles:pe. Zezinho, scj, pe. Fábio de Melo, Adriana, Adoração e Vida, Cantores de Deus, Vida Reluz, Banda Louvor e Glória, Via 33, Ceremonya, Zé Vicente, Mariani, Electrocristo…e em 2011, este álbum foi indicado ao Grammy Latino 2011 na categoria “Melhor Álbum de Música Cristã em língua portuguesa”.

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Santa Bernadete

Infância humilde e enferma mais cheia de piedade


Santa Bernadete nasceu a sete de janeiro, de 1844 no pequeno povoado de Lourdes, nas lindas montanhas dos Pirineus franceses. Em seu batismo lhe puseram o nome de Marie-Bernarde, mas desde pequena a chamavam pelo diminutivo “Bernardete”. Seu pai Francisco era um homem honesto e reto mais não muito capaz nos negócios.
Vivia com sua família no moinho de Bole. Sua mãe, Luisa Casterot, se casou aos 16 anos. Pensava que assim seu futuro estaria assegurado mais as coisas não resultaram dessa maneira.

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Santa Edwiges

Na Europa Ocidental havia uma região chamada de Silésia, apos a segunda Guerra, a maior parte da região foi cedida à Polônia. Na época a Europa estava dividida em pequenos ducados e principados, havia imponentes castelos e o luxo era desmedido se comparado com a miséria da população, foi nesse tempo que nasceu uma Duquesa.
O nobre Bertoldo de Andech, casado com a jovem Inês tiveram oito filhos, uma das filhas casou-se com Filipe, rei da França, outra com André, rei da Hungria e foi mãe de Santa Isabel da Hungria, e outra se tornou abadessa beneditina.
No ano de 1174 nasce a Duquesa Edwiges, sua mãe Inês reunia os filhos muitas vezes ao dia para ensinar-lhes a rezar e contava histórias de mártires e santos que alegrava a muito a pequena Edwiges.
Aos seis anos Edwiges é colocada em um mosteiro para ser educada entre religiosas e quando completou doze anos seu pai arrumou o seu casamento com Henrique que era Duque da Silésia.O casamento realizou-se em 1186 e toda nobreza compareceu ao casamento, dentre eles sua majestade Inês, rainha da França, Gertrudes rainha da Hungria, ambas irmãs de Edwiges.

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São Francisco de Assis

Nascimento e vida familiar de um cavaleiro

Francisco nasceu em Assis, cidade de Úmbria, no ano 1182. Seu pai, Pedro Bernardone, era comerciante. O nome de sua mãe era Pia e alguns autores afirmam que pertencia a uma nobre família da Provença. Tanto o pai como a mãe de Francisco eram pessoas ricas. Pedro Bernardone comerciava especialmente na França.
Como muitos falavam nisso quando nasceu seu filho, as pessoas lhe apelidara “Francesco” (em francês), por mais que no batismo recebeu o nome de João. Em sua juventude, Francisco era muito dado as românticas tradições cavalerescas que propagavam os trovadores.
Dispunha de dinheiro em abundância e o gastava prodigamente, com ostentação. Nem os negócios de seu pai, nem os estudos lhe interessavam muito, mas sim o divertir-se em coisas vãs que comumente se chama “gozar da vida”. Sem dúvida, não era de costumes licenciosos e costumava ser muito generoso com os pobres que lhe pediam por amor de Deus.

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Santos de Outubro

No mês de outubro, a Igreja Católica celebra a vida, história e martírio de alguns santos que são “populares” entre os fiéis, seja no Brasil ou em outros países. No dia 12 de outubro, por exemplo, os brasileiros comemoram o dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

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São Cosme e Damião

São Cosme e São Damião sofreram martírio em Ciro ( na Síria ), provavelmente durante a perseguição de Diocleciano, nos inícios do século IV. A data de 27 de Setembro corresponde provavelmente à dedicação da basílica que o papa Félix IV mandou construir em honra deles no Foro Romano; e é ainda meta mais de turistas que de devotos, pelo esplêndido mosaico que lhe decora a abside.

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Santo Padre Pio de Pietrelcina

O Santo Padre Pio é um dos maiores místicos de nosso tempo. Nos ensinou o amor radical ao coração de Jesus e a sua Igreja.
Sua vida era oração, sacrifício, pobreza.

No dia 16 de junho de 2002, sua Santidade João Paulo II canonizou ao Beato Padre Pio.
O primeiro sacerdote canonizado que tem os estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sacerdote capuchinho.
Celebrou sua primeira missa no dia 10 de Agosto de 1910.
Oito anos mais tarde, no dia 20 de Setembro de 1918, apareceram visivelmente as chagas de nosso Senhor em suas mãos, pés e lado esquerdo do peito, fazendo do Padre Pio o primeiro sacerdote estigmatizado na historia da Igreja (São Francisco Assis não era sacerdote). Foi heróico em seu apostolado sacerdotal, que durou 58 anos.
Grandes multidões, de todas as nacionalidades, passaram por seu confessionário.
As conversões foram inumeráveis.
Diariamente recebia centenas de cartas de fiéis, que pediam seu conselho iluminado e sua direção espiritual, a qual tem sempre significado um retorno a serenidade, a paz espiritual e ao colóquio com Deus.

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Santa Filomena

Segundo as revelações a Mãe Maria Luisa de Jesus.
“Eu sou a filha de um príncipe que governava um pequeno estado da Grécia.
Minha Mãe era também da realeza. Eles não tinham meninos.

Eram idolatras e continuamente ofereciam orações e sacrifícios à seus deuses falsos. Um doutor de Roma chamado Publio vivia no palácio ao serviço de meu pai. Este doutor havia professado o cristianismo. Vendo a aflição de meus pais e por um impulso do Espírito Santo lhes falou acerca de nossa fé e lhes prometeu orar por eles, se consentissem em batizarem-se. A graça que acompanhava suas palavras, iluminaram o entendimento de meus pais e triunfou sobre sua vontade. Se fizeram cristãos e obtiveram seu esperado desejo de ter filhos.

Ao momento de nascer me puseram o nome de Lumena, em alusão à luz da fé, da qual era fruto. No dia de meu batismo me chamaram Filomena, filha da luz (filia luminis) porque nesse dia havia nascido à fé. Meus pais me tinham grande carinho e sempre me tinham com eles. Foi por isso que me levaram a Roma, em uma viagem que meu pai foi obrigado a fazer devido a uma guerra injusta.

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