Ser Catequista não é ser um pouco Mãe?

Sou mãe e sou catequista. Nunca pensei muito na missão de ser mãe. Na verdade ela veio mais como um susto do que como uma missão. Aos vinte anos não escolhi ser mãe. Jovem e inexperiente constituí uma família muito cedo. E a vida, com suas muitas voltas, me ensinou que SER MÃE, a gente não aprende nunca, fica sempre aquela sensação de que se poderia fazer mais!

 

Mas escolhi ser catequista. Essa missão veio como complemento para minha maternidade. Ao chegar à adolescência, meus filhos não queriam nem saber da Igreja. Foi quando repensei meu papel de mãe. Em que ponto falhei? Quando minha conduta e meu exemplo de fé deixaram de ser considerados pelos meus filhos? Achei que as falhas não eram só minhas. A catequese de meus filhos também falhou. O sacramento da eucaristia simplesmente deixou de ter significado para eles. Que fato os levou para longe da fé? Ou, o que deixou de ser feito para que eles acharem que religião não é para eles?

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É possível destruir uma família?

Normalmente a gente nasce no seio de uma família. Temos pai, mãe, às vezes irmãos. Claro que hoje em dia essa imagem de família está um tanto diferente. Tem família que não existe pai ou que não existe mãe. Tem famílias ainda que tem dois pais ou duas mães, ou os irmãos nem sempre são da mesma mãe ou do mesmo pai. Tem gente até que têm duas casas, duas famílias… Tem família que a mãe é a Avó, ou a tia. O pai é o avô ou o Tio.

Mas para falar de família aqui, vamos entender um casal com filhos. Pode até ter aí uma avó ou avô morando junto, sei lá. Mas sejamos então mais específicos. Falemos de relacionamento entre pai/mãe. Os filhos normalmente consideram sua família, os pais. Nenhum filho quer ver pais separados nem viver em duas casas. E também nenhum filho vai entender que, relacionamento marido-mulher, não tem nada a ver com amor pelos filhos. Ou tem? Um casal deve viver o resto da vida “se suportando” porque tiveram filhos juntos?

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Categoria: Angela Rocha, Evangelização

A Paixão como ela é

Preciso fazer aqui uma defesa, “apaixonada”, da minha paixão pela catequese. Claro que não importa muito a palavra que você use para descrever a sua dedicação á catequese. Se amor ou paixão, ambos os sentimentos levam ao mesmo estado de graça em que nos encontramos. Mas vamos definir a paixão como assim definem os dicionários. A paixão é um amor excessivo a alguma coisa (que normalmente se dá logo no primeiro encontro). É definida também como um amor ardente, entusiasmo, encanto e que pode, até mesmo, virar objeto de um vício dominador.

Qualquer atividade a que nos dediquemos deve ser objeto de paixão, isso para que a agente se entregue e canalize toda nossa energia aos resultados pretendidos. Ouso dizer que, um amor cálido e sereno, pode até ser prejudicial ao que se pretende com a evangelização. Esta, cheia de desafios, precisa de garra e disposição, coisas que só uma paixão desenfreada pode fazer acontecer.

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Categoria: Angela Rocha, Evangelização

A Missa

Vocês já perceberam que temos sempre os mesmos problemas na catequese?? E eles se repetem continuamente? São os pais que não colaboram, são as crianças desinteressadas, são os padres que não estão nem aí com a catequese, são catequistas que não se comprometem, são os coordenadores sem preparo, é a falta de formação, é a falta de material… E é A MISSA! Isso para não citar outras coisas aqui…
Agora, uma coisa que não deveria ser problema é a participação na missa. A missa, ou falando mais especificamente, a liturgia, é “matéria” da catequese. Nós fazemos catequese para que os fiéis sejam educados na fé. E a fé pressupõe a participação na Liturgia, ou seja, nas missas. A missa é o “segundo” encontro da semana. Se não é, deveria ser.

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Categoria: Angela Rocha, Liturgia

A dinâmica de um blog de Catequese

Gostaria aqui de fazer um alerta a quem se propõe hoje, a ter um blog de catequese ou que defenda a Evangelização.

Neste terceiro milênio, muito longe se ser apenas uma ferramenta de comunicação, a internet ou web, tornou-se um “mundo” além do nosso cotidiano. É o mundo “virtual” onde vivem, quase que literalmente, muitas pessoas. Ali, ou “aqui” no caso, proliferam-se idéias, disseminam-se informações e criam-se novas “crenças” todos os dias. E o blog é apenas uma das formas de “fazer” parte deste mundo.

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