Abre-te, Céu-que-amo! Chegou o ladrão de Bagdá! Ou seria daqui mesmo? Bem, não importa. O que importa é que roubei para mim a vida que Tu me cedeste. Agora, arrependido, nas tuas entranhas quero entrar, para os Teus riquíssimos Tesouros contemplar.
Venho guiado pela doce voz da Virgem, Esposa de Vossa Alteza! Senhora nossa! Xerazade? Não, Cheia de Graça! E venho só, pois os outros quarenta ficaram no caminho. Encantaram-se com os desencantos da vida.
Vim navegando pelos sete mares, simbadeando os obstáculos e as dificuldades deste mundo. Nada de tapetes voadores. Estes foram puxados dos meus pés, pelas mãos invejosas que buscam derrubar os Filhos andarilhos. E andam voando por aí, buscando outros tapetes para puxar, outros alguéns para derrubar.










