Evangelho do Dia: 17/04

Tempo de leitura: 5 minutos

João 6,35-40
35. Jesus replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede.
36. Mas já vos disse: Vós me vedes e não credes…
37. Todo aquele que o Pai me dá virá a mim, e o que vem a mim não o lançarei fora.
38. Pois desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
39. Ora, esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não deixe perecer nenhum daqueles que me deu, mas que os ressuscite no último dia.
40. Esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.

Comentário:
“Eu sou o pão da vida.”
O texto começa com uma série de autodefinições de Jesus, e a primeira delas é: “Eu sou o pão da vida”.
Estamos no centro do discurso sobre a multiplicação dos pães, que é um discurso eucarístico, e a argumentação de Jesus é esta: Eu sou o pão da vida e desci do céu, quem crê em mim encontra plena satisfação, mas só vem a mim aqueles que o Pai me der, vós me vistes, mas não crestes.
Portanto, Jesus é o pão, porque ele alimenta os homens; ele é a luz porque faz reconhecer a revelação divina; ele é porta, porque através dele o mundo encontra a salvação.
É claro, pois, que por força da fórmula “eu sou” o alimento dos homens, a revelação divina, a porta da salvação… identificam-se, os homens, com a própria pessoa de Jesus.
Aos judeus, Jesus dirige constantemente a acusação de incredulidade, pois eles não querem reconhecê-lo como enviados de Deus.

* Comentário retirado do Diário Bíblico 2013 da Editora Ave Maria.

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