Evangelho do Dia: 28/04

João 13,31-33s.34-35
31. Logo que Judas saiu, Jesus disse: Agora é glorificado o Filho do Homem, e Deus é glorificado nele.
32. Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará em breve.
33. Filhinhos meus, por um pouco apenas ainda estou convosco. Vós me haveis de procurar, mas como disse aos judeus, também vos digo agora a vós: para onde eu vou, vós não podeis ir.
34. Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.
35. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

Comentário:

“Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros.”
O amor é o tema central deste relato do Evangelho. A comunidade cristã deve unir-se a esse amor – que é seu estatuto e sua identificação – vivendo-o. O mandamento novo supera a Lei e se torna condição indispensável para a vinda do Reino: nisso conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros.
O mundo, diante do amor, que é uma maneira de Cristo estar presente, acreditará nele. Esse mandamento, característico de Jesus, é, antes de tudo, um novo modo de vida.
Para Cristo, e também para a Igreja, o amor é a base de tudo e nele tudo tem valor, enquanto que sem ele, nada é agradável a Deus. Esse amor de que Jesus fala não é senão o amor divino que nos foi dado pelo Espírito Santo.
O distintivo de todo discípulo de Cristo, em qualquer lugar e tempo, é o amor recíproco. Sem esse sinal, o mundo não pode identificar a comunidade cristã.
O homem egoísta, fechado em si mesmo, procura a sua própria honra e glória. Diante dessa realidade, Jesus mostra que o projeto divino se insere na humanidade na medida em que convoca os homens a viverem o amor verdadeiro. Para que esse projeto se realize, todos os cristãos precisam reforçar suas opções.
O Espírito Santo recebido no batismo nos insere na Trindade, fazendo-o nos filhos de Deus. É amando como Jesus que a terra se une ao céu. E é por meio desse amor que a realidade divina se evidencia na terra, dando-nos a certeza de que o paraíso tem início aqui, como uma antecipação da graça definitiva do céu. Somos cristãos à medida que amamos e expressamos esse amor como Jesus, fazendo a vontade do Pai.
Para refletir
Estamos acolhendo a graça do amor de Deus, assim como Maria o fez?

* Comentário retirado do Diário Bíblico 2013 da Editora Ave Maria.

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Evangelho do Dia: 24/02

João 12,44-50
44. Entretanto, Jesus exclamou em voz alta: Aquele que crê em mim, crê não em mim, mas naquele que me enviou;
45. e aquele que me vê, vê aquele que me enviou.
46. Eu vim como luz ao mundo; assim, todo aquele que crer em mim não ficará nas trevas.
47. Se alguém ouve as minhas palavras e não as guarda, eu não o condenarei, porque não vim para condenar o mundo, mas para salvá-lo.
48. Quem me despreza e não recebe as minhas palavras, tem quem o julgue; a palavra que anunciei julgá-lo-á no último dia.
49. Em verdade, não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele mesmo me prescreveu o que devo dizer e o que devo ensinar.
50. E sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, o que digo, digo-o segundo me falou o Pai.

Comentário:
Crer em Jesus.
O relato de hoje é a conclusão de primeira parte do evangelho de João. Essa primeira parte mostra como as palavras e as ações de Jesus revelam quem é Deus, de modo a compreender que aderir a Jesus é aceitar ao Pai que o enviou. E, por outro lado, rejeitar Jesus é rejeitar a Luz, a Vida – que é o próprio Deus.
Jesus diz que veio para salvar o mundo e não para julgá-lo, pois aqueles que o rejeitarem serão julgados pelas suas palavras. O homem será julgado de acordo com a atitude que tomou diante daquele que Jesus nos revelou, ou seja, diante de sua Palavra.
A Palavra de Jesus é a salvação para aqueles que o seguem, e julgamento para aqueles que o rejeitam. É mais do que a palavra de um sábio, profeta ou líder, é a Palavra de Deus.

* Comentário retirado do Diário Bíblico 2013 da Editora Ave Maria.

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Evangelho do Dia: 21/04

João 10,27-30
27. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem.
28. Eu lhes dou a vida eterna; elas jamais hão de perecer, e ninguém as roubará de minha mão.
29. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém as pode arrebatar da mão de meu Pai.
30. Eu e o Pai somos um.

Comentário:
Reciprocidade: “minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem.”.
A relação de Jesus com as ovelhas é uma relação de reciprocidade: as ovelhas escutam a voz do pastor. O pastor, por sua vez, conhece suas ovelhas, uma por uma, e as chama pelo nome. A comunhão se concretiza no seguimento.
Nós somos povo e rebanho do Senhor, Jesus é a porta para a vida. O texto do evangelho de hoje pode ser estruturado em duas partes: na primeira, temos um discurso enigmático; e, na segunda, a explicação detalhada do discurso enigmático.
O discurso contrasta o ladrão-bandido e o pastor. O ladrão pula o muro para evitar o guarda, as ovelhas não seguem o estranho porque não conhecem sua voz.
O pastor entra sempre pela porta. Ele dá nome às ovelhas, ele as chama pelo nome, elas o seguem porque conhecem sua voz.
Para a compreensão deste discurso, é preciso colocá-lo em relação ao capítulo nove do evangelho de João – a cura do cego de nascença e a sua expulsão da comunidade por reconhecer, em Jesus o Cristo, o Messias.

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Evangelho do Dia: 17/04

João 6,35-40
35. Jesus replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede.
36. Mas já vos disse: Vós me vedes e não credes…
37. Todo aquele que o Pai me dá virá a mim, e o que vem a mim não o lançarei fora.
38. Pois desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
39. Ora, esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não deixe perecer nenhum daqueles que me deu, mas que os ressuscite no último dia.
40. Esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.

Comentário:
“Eu sou o pão da vida.”
O texto começa com uma série de autodefinições de Jesus, e a primeira delas é: “Eu sou o pão da vida”.
Estamos no centro do discurso sobre a multiplicação dos pães, que é um discurso eucarístico, e a argumentação de Jesus é esta: Eu sou o pão da vida e desci do céu, quem crê em mim encontra plena satisfação, mas só vem a mim aqueles que o Pai me der, vós me vistes, mas não crestes.
Portanto, Jesus é o pão, porque ele alimenta os homens; ele é a luz porque faz reconhecer a revelação divina; ele é porta, porque através dele o mundo encontra a salvação.
É claro, pois, que por força da fórmula “eu sou” o alimento dos homens, a revelação divina, a porta da salvação… identificam-se, os homens, com a própria pessoa de Jesus.
Aos judeus, Jesus dirige constantemente a acusação de incredulidade, pois eles não querem reconhecê-lo como enviados de Deus.

* Comentário retirado do Diário Bíblico 2013 da Editora Ave Maria.

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Evangelho do Dia: 14/04

João 21,1-19
1. Depois disso, tornou Jesus a manifestar-se aos seus discípulos junto ao lago de Tiberíades. Manifestou-se deste modo:
2. Estavam juntos Simão Pedro, Tomé (chamado Dídimo), Natanael (que era de Caná da Galiléia), os filhos de Zebedeu e outros dois dos seus discípulos.
3. Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Responderam-lhe eles: Também nós vamos contigo. Partiram e entraram na barca. Naquela noite, porém, nada apanharam.
4. Chegada a manhã, Jesus estava na praia. Todavia, os discípulos não o reconheceram.
5. Perguntou-lhes Jesus: Amigos, não tendes acaso alguma coisa para comer? Não, responderam-lhe.
6. Disse-lhes ele: Lançai a rede ao lado direito da barca e achareis. Lançaram-na, e já não podiam arrastá-la por causa da grande quantidade de peixes.
7. Então aquele discípulo, que Jesus amava, disse a Pedro: É o Senhor! Quando Simão Pedro ouviu dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava nu) e lançou-se às águas.
8. Os outros discípulos vieram na barca, arrastando a rede dos peixes (pois não estavam longe da terra, senão cerca de duzentos côvados).
9. Ao saltarem em terra, viram umas brasas preparadas e um peixe em cima delas, e pão.
10. Disse-lhes Jesus: Trazei aqui alguns dos peixes que agora apanhastes.
11. Subiu Simão Pedro e puxou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três peixes grandes. Apesar de serem tantos, a rede não se rompeu.

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Evangelho do Dia: 10/04

João 3,16-21
16. Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
17. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele.
18. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; por que não crê no nome do Filho único de Deus.
19. Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más.
20. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
21. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus.

Comentário:
“Aquele que pratica a verdade vem para a luz.”
O ponto central, abordado nesta fase do tempo litúrgico, é a vida que Cristo nos comunica com a sua Ressurreição.
A vida cristã consiste em seguir a Cristo na terra, vivendo segundo seus mandamentos e seus ideais e trabalhando com Ele, de modo que os homens e toda a sociedade possam também seguir seus passos. Vida cristã é comunhão com Deus e com nossos irmãos. É uma comunhão que vai além da morte e que garante nossa própria ressurreição.
Na “elevação” de Jesus na cruz, o evangelista acentua a vitória sobre o príncipe deste mundo; a participação do homem mediante a fé; a morte, enquanto passagem necessária. Deus enviou o seu Filho ao mundo para que o homem possa ser salvo. Deus faz a oferta da vida. Oferta que continua aberta.

* Comentário retirado do Diário Bíblico 2013 da Editora Ave Maria.

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Evangelho do Dia: 07/04

João 20,19-31
19. Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco!
20. Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.
21. Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós.
22. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo.
23. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.
24. Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus.
25. Os outros discípulos disseram-lhe: Vimos o Senhor. Mas ele replicou-lhes: Se não vir em suas mãos o sinal dos pregos, e não puser o meu dedo no lugar dos pregos, e não introduzir a minha mão no seu lado, não acreditarei!
26. Oito dias depois, estavam os seus discípulos outra vez no mesmo lugar e Tomé com eles. Estando trancadas as portas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco!
27. Depois disse a Tomé: Introduz aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé.
28. Respondeu-lhe Tomé: Meu Senhor e meu Deus!
29. Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!
30. Fez Jesus, na presença dos seus discípulos, ainda muitos outros milagres que não estão escritos neste livro.
31. Mas estes foram escritos, para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

Comentário:
“A paz esteja convosco. Recebei o Espírito Santo.”.
O texto apresenta as seguintes cenas:

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Evangelho do Dia: 03/04

Lucas 24,13-35
13. Nesse mesmo dia, dois discípulos caminhavam para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios.
14. Iam falando um com o outro de tudo o que se tinha passado.
15. Enquanto iam conversando e discorrendo entre si, o mesmo Jesus aproximou-se deles e caminhava com eles.
16. Mas os olhos estavam-lhes como que vendados e não o reconheceram.
17. Perguntou-lhes, então: De que estais falando pelo caminho, e por que estais tristes?
18. Um deles, chamado Cléofas, respondeu-lhe: És tu acaso o único forasteiro em Jerusalém que não sabe o que nela aconteceu estes dias?
19. Perguntou-lhes ele: Que foi? Disseram: A respeito de Jesus de Nazaré… Era um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo.
20. Os nossos sumos sacerdotes e os nossos magistrados o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram.
21. Nós esperávamos que fosse ele quem havia de restaurar Israel e agora, além de tudo isto, é hoje o terceiro dia que essas coisas sucederam.
22. É verdade que algumas mulheres dentre nós nos alarmaram. Elas foram ao sepulcro, antes do nascer do sol;
23. e não tendo achado o seu corpo, voltaram, dizendo que tiveram uma visão de anjos, os quais asseguravam que está vivo.
24. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e acharam assim como as mulheres tinham dito, mas a ele mesmo não viram.
25. Jesus lhes disse: Ó gente sem inteligência! Como sois tardos de coração para crerdes em tudo o que anunciaram os profetas!
26. Porventura não era necessário que Cristo sofresse essas coisas e assim entrasse na sua glória?
27. E começando por Moisés, percorrendo todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava dito em todas as Escrituras.
28. Aproximaram-se da aldeia para onde iam e ele fez como se quisesse passar adiante.
29. Mas eles forçaram-no a parar: Fica conosco, já é tarde e já declina o dia. Entrou então com eles.
30. Aconteceu que, estando sentado conjuntamente à mesa, ele tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e serviu-lho.
31. Então se lhes abriram os olhos e o reconheceram… mas ele desapareceu.
32. Diziam então um para o outro: Não se nos abrasava o coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?
33. Levantaram-se na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Aí acharam reunidos os Onze e os que com eles estavam.
34. Todos diziam: O Senhor ressuscitou verdadeiramente e apareceu a Simão.
35. Eles, por sua parte, contaram o que lhes havia acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão.

Comentário:
Jesus, nosso companheiro de caminhada.
A presença do Ressuscitado se manifesta através de sinais sensíveis e leva à formação da comunidade. O que anima a vida, a atividade e a luta dos apóstolos, é a certeza de que Ele, o Senhor está vivo. Essa certeza é a força que os impulsiona a realizar prodígios e a testemunhas, com coragem, que no nome de Jesus está a salvação.
A estrada para Emaús é a estrada de cada um de nós e da nossa fé. Aqui temos os elementos essenciais do Kerigma apostólico, que são: a) o resumo da vida publica b) a Paixão; c) a morte de Jesus.
Interrogados por Jesus sobre o ocorrido em Jerusalém, os dois personagens nos dão uma síntese da proclamação eclesial sobre Jesus, mas somente até a morte.
Quem é Jesus através deste relato? É o companheiro da nossa caminhada.

* Comentário retirado do Diário Bíblico 2013 da Editora Ave Maria.

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Evangelho do Dia: 31/03

João 20,1-9 ou Lucas 24,13-35
1. No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro.
2. Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!
3. Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro.
4. Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.
5. Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou.
6. Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão.
7. Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte.
8. Então entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu.
9. Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.

Comentário:
Jesus ressuscitou!Aleluia!
Temos no relato de hoje dois episódios: a) Maria Madalena vai ao sepulcro. Encontrando-o vazio, volta para anunciar esse acontecimento a Pedro e ao discípulo amado; b) Pedro e o discípulo amado correm até o sepulcro e comprovam o fato.
Diante disso, brotam algumas reflexões: tanto Maria Madalena como os dois discípulos ficam confusos, não compreendem o que acontecera, tudo parecia acabar com a morte de Jesus.
Celebramos hoje o ponto culminante de nossa vida cristã, pois Cristo ressuscitou e resgatou todo ser humano. Na Páscoa a vida renasce e não há mais morte duradoura. Nesse dia não celebramos a memória de um herói morto, mas a ressurreição de Jesus de Nazaré, o Filho de Deus.
A ressurreição de Jesus projeta uma luz sobre essa realidade tão vital: a razão de nossa vida, a nossa postura diante da morte. Pela ressurreição, o homem tem vida plena, é a realização completa de todo o ser humano. O discípulo que Jesus amava identificou a mensagem do Mestre e permaneceu junto dele durante a paixão, enquanto Pedro, parado, o negou: acompanhou Jesus até o Calvário, mas Pedro fugiu.
Na narrativa de hoje, Pedro aparece novamente vencido. O discípulo que Jesus ama “começa a acreditar”. Diante dos sinais da morte – sepulcro, os panos, o sudário -, ele percebe a vitória da vida. Ao passo que Pedro, vendo as mesmas coisas, custa a ter fé na ressurreição.
Uma vida dedicada aos irmãos, como Jesus fez, não se conclui com a morte, mas se abre para a plenitude de vida em Deus.
Para concluir, devemos fazer como fez o discípulo amado, cada um de nós é convidado a crer na esperança, na vida, nas pessoas. Fica a pergunta a si mesmo: “como hoje estou vivendo a certeza da ressurreição?”
Para refletir: Maria Madalena correu e foi dizer a Simão Pedro… Para amar, muitas vezes, temos de sair de encontro do outro, deixar o nosso conforto. Como tenho levado alegria do amor de Deus ao que precisa?

* Comentário retirado do Diário Bíblico 2013 da Editora Ave Maria.

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Evangelho do Dia: 27/03

Mateus 26,14-25
14. Então um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes e perguntou-lhes:
15. Que quereis dar-me e eu vo-lo entregarei. Ajustaram com ele trinta moedas de prata.
16. E desde aquele instante, procurava uma ocasião favorável para entregar Jesus.
17. No primeiro dia dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-lhe: Onde queres que preparemos a ceia pascal?
18. Respondeu-lhes Jesus: Ide à cidade, à casa de um tal, e dizei-lhe: O Mestre manda dizer-te: Meu tempo está próximo. É em tua casa que celebrarei a Páscoa com meus discípulos.
19. Os discípulos fizeram o que Jesus tinha ordenado e prepararam a Páscoa.
20. Ao declinar da tarde, pôs-se Jesus à mesa com os doze discípulos.
21. Durante a ceia, disse: Em verdade vos digo: um de vós me há de trair.
22. Com profunda aflição, cada um começou a perguntar: Sou eu, Senhor?
23. Respondeu ele: Aquele que pôs comigo a mão no prato, esse me trairá.
24. O Filho do Homem vai como dele está escrito. Mas ai daquele homem por quem o Filho do Homem é traído! Seria melhor para esse homem que jamais tivesse nascido!
25. Judas, o traidor, tomou a palavra e perguntou: Mestre, serei eu? Sim, disse Jesus.

Comentário:
A traição de Judas, as minhas traições.
Mateus gosta de realçar, na sua narrativa, que Jesus veio cumprir o plano do Pai: Seja feita a vossa vontade.

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